Dados do TSE, atualizados automaticamente conforme as urnas são apuradas. Alterne entre o resultado do país, do estado e de João Monlevade.
Apuração concluídaFonte: TSE · 1º turno
Atualizado às ——
Abrangência
Atalhos
Estado
Carregando estados
São 5.571 municípios, com o código oficial do IBGE. Busque pelo nome da cidade ou do estado, com ou sem acento.
Nossa cobertura
—das urnas apuradas · — de — urnas emJoão Monlevade
Comparecimento—
Abstenção—
Brancos—
Nulos—
⟳ Atualiza sozinho, sem recarregar a página·Percentual sobre os votos dados a candidatos (brancos e nulos ficam de fora)·Resultado oficial e definitivo é o publicado pelo TSE
Como cada bairro votou
Soma dos boletins das urnas de cada bairro, seção por seção, feita pelo
Expresso Monlevade a partir dos dados do TSE. O resultado oficial da cidade é o da tabela acima.
Cidade
Ver
BairroComo votouQuem liderou
De onde vem este número. Cada urna publica o seu boletim, e o bairro é a soma dos boletins das
seções que funcionam nele, segundo o cadastro de locais de votação do TSE. O eleitor vota onde está inscrito, quase sempre
perto de casa, mas nem sempre. Não é um resultado divulgado pelo TSE. Percentuais sobre os votos válidos do bairro.
Cobertura
Notícias
Tudo o que publicamos sobre as eleições, em ordem cronológica: reportagem, vídeo, foto, nota e post — cada formato com sua marca no trilho.
Os registros foram feitos por meio do aplicativo Pardal, ferramenta criada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que eleitores possam comunicar possíveis infrações durante a campanha. Saiba mais
A Justiça Eleitoral em João Monlevade já recebeu 45 denúncias de propaganda irregular nas eleições de 2026. A maioria das reclamações, quase 40%, envolve propaganda irregular em vias públicas, com 17 denúncias. Isso engloba, por exemplo, materiais afixados em locais proibidos ou fora das regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral.
Em seguida, estão as denúncias relacionadas a comícios e showmícios, com oito registros. Também foram contabilizados cinco reclamações relacionadas a outdoors e outdoors eletrônicos e três denúncias sobre confecção, utilização ou distribuição de brindes.
Há ainda registros de outras irregularidades, relacionadas à propaganda na internet, distribuição de material gráfico, bens públicos e carro de som, minitrio e trio elétrico.
Do total de denúncias em Monlevade, o cargo para deputado estadual concentra o maior número de registros, com 25 casos, seguido pelo de deputado federal, com 18 casos.
Os números foram consultados pelo Expresso Monlevade nesta quarta-feira (30), com base em dados do aplicativo Pardal, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Na reta final da campanha para as Eleições de 2026, a fiscalização aumenta. O eleitor pode atuar diretamente contra práticas proibidas utilizando os canais oficiais disponibilizados pela Justiça Eleitoral.
Como denunciar irregularidades?
Por meio do aplicativo Pardal, eleitores podem encaminhar denúncias à Justiça Eleitoral, responsável pela análise e adoção das providências cabíveis. O aplicativo está disponível gratuitamente para celulares Android e iPhone.
Para fazer uma denúncia, o cidadão precisa acessar a plataforma com a senha do e-Título ou da conta Gov.br. A identidade do denunciante é mantida sob sigilo.
Aplicativo Pardal. Foto: reprodução/Joédson Alves/Agência Brasil
Além disso, é possível descrever a ocorrência e anexar fotos, vídeos, áudios ou endereços eletrônicos relacionados à suposta irregularidade.
Após o envio, o sistema gera um número de protocolo para acompanhamento. As denúncias são encaminhadas para análise e adoção das providências cabíveis.
Flávio Bolsonaro vence no centro e Lula lidera nos bairros periféricos. Dados do TSE detalham o resultado do primeiro turno e mostram a preferência política do monlevadense
Como votaram os eleitores de João Monlevade? Dados fornecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram os resultados do primeiro turno das eleições em todos os locais de votação da cidade. Os números permitem visualizar a preferência política da população entre os candidatos Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) por local de votação.
Flávio Bolsonaro venceu em 15 locais de votação em João Monlevade, enquanto Lula venceu em 9.
Flávio levou vantagem nas urnas dos locais mais populosos, como em Carneirinhos e no Cruzeiro Celeste. Já Lula obteve suas maiores votações em locais com menor número de urnas/eleitores.
O eleitor da região central, onde está concentrada a maior parte dos comércios e dos serviços da cidade, garantiu uma vantagem direta para Flávio Bolsonaro.
O Centro Industrial deu vitória expressiva a Lula. Por outro lado, na Vila Tanque, Flávio Bolsonaro venceu por 47,5% contra 42,9%.
As urnas dos bairros periféricos registraram vitória para o PT na cidade. Na Serra do Egito e no Jacuí, por exemplo, Lula superou Flávio Bolsonaro.
Consulte o resultado do seu local de votação
O Expresso Monlevade possui uma ferramenta onde é possível visualizar como votaram os eleitores de Monlevade, por local de votação e para cada um dos seis cargos disputados no primeiro turno.
Para cada local, são informados o total de eleitores aptos, a quantidade de urnas eletrônicas e a respectiva porcentagem de votos obtida pelos candidatos.
Também é possível pesquisar qualquer candidato pelo nome ou número, filtrar por cargo disputado e conferir as taxas de abstenção, votos brancos e nulos em cada local.
Chama atenção os votos para o candidato a deputado estadual Fernando Linhares (Pode), que obteve a maioria dos votos no Jacuí, bairro onde nasceu. Todos os outros 23 locais de votação deram vitória à Tito Torres (PSD), que se reelegeu.
Os dados estão agrupados pelos 24 bairros de Monlevade onde houveram seções eleitorais, e mostram a soma dos votos das seções.O eleitor vota onde está cadastrado, quase sempre perto de casa e no bairro onde mora, mas nem sempre.Clique aqui e veja como votaram os monlevadenses.
A ferramenta utiliza dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ampliando o acesso às informações eleitorais e permitindo que a população conheça melhor o comportamento dos eleitores.
Veja as propostas da nova deputada federal por Minas Gerais que você ainda não conhece
Ana Elisa Santos Silva, de 21 anos, é a mais nova deputada federal eleita pelo PT em Minas Gerais. Ela é influenciadora digital, nascida em Divinópolis, estudante do curso de direito e ex-estagiária.
Ana Elisa recebeu votos em todas as 853 cidades mineiras. Foi a segunda mais votada em João Monlevade, com 3.067 votos, ficando atrás do deputado Nikolas Ferreira (PL), que recebeu 13.856 na cidade. Ela viralizou nas redes sociais respondendo a figuras da direita e promete enfrentar Nikolas na Câmara dos Deputados.
O Expresso Monlevade fez um levantamento detalhado sobre Ana Elisa, com base em seus posicionamentos públicos e no programa de propostas de sua candidatura.
Quem é Ana Elisa?
Registrada profissionalmente desde a adolescência, Ana Elisa entrou para a política aos 14 anos. É filha de mãe solo; uma professora concursada de escola pública estadual, afastada da sala por adoecimento na voz.
Possui mais de 2 milhões de seguidores nas redes sociais e quer representar a geração Z.
Até alguns meses atrás, recebia R$ 1.700 como estagiária do Tribunal Regional do Trabalho em Minas Gerais. Ela deixou o estágio para focar na campanha eleitoral.
A deputada eleita não declarou bens ou valores em sua candidatura. Sua campanha foi feita principalmente pelas redes sociais e teve grande financiamento via vaquinha, com a adesão de mais de 3 mil apoiadores. A vaquinha ultrapassou R$ 138 mil na reta final do primeiro turno das eleições de 2026. Ela também recebeu mais de R$ 669 mil do Fundo Eleitoral do PT.
Ana Elisa é a mulher mais jovem a ser eleita deputada federal no último domingo (04). Foto: reprodução/Instagram
Ana Elisa chega trazendo renovação política, vivência do interior e a firmeza da juventude trabalhadora, prometendo defender causas populares em Brasília.
O que ela defende?
Trabalho: Ana Elisa defende o fim da escala 6x1 e a regulamentação gradual da medida com foco na proteção de pequenos negócios.
Oportunidades para a juventude: vaga em Instituto Federal e curso técnico no interior, com bolsa que permita estudar sem largar o sustento. Primeiro emprego com aprendizagem de verdade; habilitação social e crédito para quem quer começar o próprio negócio.
Segurança de crianças e adolescentes: fiscalização do cumprimento do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital). Destinação de emendas ao Fundo da Criança e do Adolescente para equipar Conselhos Tutelares.
Direitos para trabalhadores por aplicativo: previdência, seguro contra acidente, transparência do algoritmo e mesa permanente de negociação com os próprios trabalhadores. Obrigação de infraestrutura mínima para entregadores e motociclistas (pontos de apoio, água, banheiro, pausa remunerada e fim de rankings que incitam velocidade).
Pequenos empreendedores: teto para comissões cobradas pelos aplicativos sobre microempreendedores (marmiteiros, salgadeiros). Ampliação do teto do MEI.
Câmeras corporais na polícia: tornar obrigatória, por legislação nacional, a gravação contínua via câmeras em uniformes policiais com destinação orçamentária federal condicionada. Diminuição da letalidade policial.
Criminalidade: ações direcionadas à asfixia financeira e combate à lavagem de dinheiro das facções criminosas em bancos e fundos, em substituição ao modelo exclusivo de encarceramento nas periferias.
Escola pública e carreira docente: vinculação do cumprimento estrito da Lei do Piso Nacional do Magistério e fortalecimento do Fundeb contra processos de privatização/terceirização do ensino.
Regulamentação e monetização digital: regras públicas para rentabilização de criadores de conteúdo e suporte humano contra banimentos/invasões arbitrárias de contas/perfis na internet.
Apoio à cultura popular: regulação de diretrizes de proteção acústica e desburocratização de eventos religiosos e culturais (com a chamada Lei do Tambor), além da facilitação na destinação de verbas para o Congado, Reinado e Festas Tradicionais sem exigir CNPJ dos mestres. Acesso a materiais sobre história negra e cultura afro-brasileira e indígena nas escolas.
Fiscalização da lei de linguagem simples nos governos: obrigatoriedade de testes de clareza e uso de linguagem acessível em editais, leis e comunicados públicos formais.
Segurança da mulher: expansão de delegacias de atendimento 24h, tornozeleiras obrigatórias em agressores e equiparação legal da misoginia ao crime de racismo. Combate ao feminicídio no interior. Iluminação pública e conectividade em praças, pontos de ônibus e terminais.
Cuidados e saúde da mulher: defende a ampliação da licença-maternidade para 6 meses, instituição de licença menstrual de até 2 dias por mês para mulheres diagnosticadas com endometriose e tipificação do crime de violência obstétrica. Também propõe investimentos federais em creches noturnas, cuidotecas e apoio financeiro dedicado a mães atípicas e mães solo.
Incentivo à juventude na política: criação de reservas orçamentárias obrigatórias (Fundos Eleitoral e Partidário) para candidaturas de jovens até 29 anos.
Dignidade LGBT: formação das equipes do SUS do interior para atender sem constrangimento. Acolhimento transitório para o adolescente LGBT expulso de casa. Nome social garantido em lei em todo serviço federal. Mais inclusão nos programas de primeiro emprego, aprendizagem e crédito popular.
Transporte público: implementação do Marco Nacional para Tarifa Zero no transporte coletivo, com prioridade para estudantes e desempregados. Passe livre estudantil dentro do marco do transporte.
Ana Elisa tem propostas voltadas ao desenvolvimento social de Minas Gerais. Foto: reprodução/Instagram
Saúde mental como prioridade: Orçamento para construção e manutenção de novos CAPS (especialmente voltados à infância, juventude, álcool e drogas no interior de Minas Gerais). Acolhimento da juventude com tratamento e suporte psicológico focado em temas da vida digital (vícios em apostas online, assédio, exposição e ansiedade). Atenção psicossocial nas escolas financiada e fiscalizada. Inclusão dos profissionais de saúde, educação e segurança nas políticas de saúde do trabalhador.
Combate a fraudes em benefícios sociais: criação de canal único para evitar golpes de dados vazados no CadÚnico, INSS e BPC.
Consumo e energia: tarifa de luz gratuita de até 80 kWh por mês para famílias registradas no CadÚnico e veto ao repasse de custos de privatizações ao consumidor.
Responsabilização das mineradoras: garantia de reparação depositada antes da licença e compensação calculada pelo tamanho das tragédias causadas por mineradoras. Fim do "autolicenciamento ambiental", que é a licença que a própria empresa emite para si mesma, sem análise prévia de órgão ambiental. Rastreabilidade do ouro do começo ao fim.
Prevenção climática: obrigatoriedade de elaboração de mapas municipais de riscos de desastres climáticos, integração de cozinhas solidárias no atendimento às emergências e instalação de energia solar em prédios e habitações públicas. Emendas para as Defesas Civis municipais.
Ensino médio e técnico: cobrança sobre a oferta de itinerários formativos do Novo Ensino Médio para evitar disparidades territoriais, além da expansão de Institutos Federais e auxílios de permanência para a juventude do interior e da periferia.
Reforma tributária progressiva: defesa da isenção do Imposto de Renda para salários acima de R$ 5 mil, aliada à tributação plena de lucros, dividendos, grandes fortunas e heranças.
Registro de crimes de ódio: padronização estatística compulsória da motivação de ódio (como LGBTfobia e racismo) nas ocorrências policiais brasileiras.
Regulamentação de apostas online: fim do cassino online e suspensão imediata de publicidade e propagandas de bets feitas por atletas e influenciadores. Proposta de limite diário e prazo de liquidação de até 48 horas no PIX para casas de apostas, além de veto de acesso ao cadastro de beneficiários do Bolsa Família e BPC.
Vale ressaltar que as propostas de Ana Elisa, como deputada federal, têm o objetivo de legislar e fiscalizar. Ela poderá trabalhar criando novos projetos de lei, votando propostas que já tramitam no congresso, destinando recursos via emenda parlamentar e cobrando e fiscalizando quem tem o dever de executar.
Lula foi o preferido dos eleitores nas demais cidades. Veja como cada município da região votou para presidente no primeiro turno das eleições 2026
Os eleitores de João Monlevade e São Gonçalo do Rio Abaixo são os únicos da região do Médio Piracicaba que votaram majoritariamente em Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno das eleições presidenciais de 2026. Os demais municípios tiveram votação expressiva no candidato Lula (PT).
Em João Monlevade, Flávio Bolsonaro conquistou 21.256 votos (48,10%). Já Lula obteve 19.003 votos (43%).
Em São Gonçalo do Rio Abaixo, Flávio Bolsonaro obteve 45,62% (4.113 votos), superando Lula, que registrou 45,57% (4.108 votos), uma diferença de apenas cinco eleitores.
Em Itabira, a cidade com maior população do Médio Piracicaba, a disputa foi apertada, mas com vitória do petista: Lula conquistou 45,78% dos votos (30.883), contra 43,86% de Flávio Bolsonaro (29.588).
O domínio petista nas cidades do interior
Nas cidades com menor número de habitantes, o percentual de votos para o PT foi superior a 50%.
Bela Vista de Minas: O eleitorado deu vitória expressiva a Lula, que somou 56,22% dos votos válidos (3.508), ante 36,94% destinados a Flávio Bolsonaro (2.305 votos).
Nova Era: Lula contabilizou 54,24% dos votos (5.702 votos), frente aos 37,54% recebidos por Flávio Bolsonaro (3.947 votos).
Rio Piracicaba: Lula garantiu a liderança nas urnas com 52,18% (4.544 votos), superando o concorrente do PL, que ficou com 39,07% (3.402 votos).
São Domingos do Prata: A preferência do eleitorado pratiano foi para Lula, que obteve 53,56% (5.369 votos), contra 38,69% de Flávio Bolsonaro (3.879 votos).
São José do Goiabal: O município registrou o maior percentual de votação para Lula na região, onde o candidato cravou 60,24% (2.082 votos), superando Flávio Bolsonaro, que obteve 33,22% (1.148 votos).
Alvinópolis: Lula registrou ampla maioria no município ao conquistar 59,98% da preferência (5.519 votos), enquanto Flávio Bolsonaro obteve 33,63% (3.095 votos).
Santa Bárbara: Com vantagem, Lula atingiu 52,97% dos votos válidos (9.234), enquanto Flávio Bolsonaro marcou 36,07% (6.288 votos).
Barão de Cocais: A disputa terminou vitoriosa para Lula, que teve 44,71% (7.920 votos) contra 44,00% de Flávio Bolsonaro (7.794 votos).
Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Uma análise regional da votação sugere que cidades de pequeno porte e com perfil voltado à agropecuária, funcionalismo e comércio tradicional de interior garantiram as vitórias mais folgadas para Lula.
Deputado federal consolidou forte adesão do eleitorado no município, mas concentra suas emendas parlamentares em outras cidades de Minas Gerais; saiba mais
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL) garantiu sua reeleição à Câmara dos Deputados neste domingo (04) com uma votação expressiva em João Monlevade. Ele praticamente dobrou o número de eleitores monlevadenses em relação às últimas eleições gerais de 2022.
Nas eleições deste ano, Nikolas Ferreira obteve 13.856 votos em João Monlevade.O número representa um salto significativo em comparação com a eleição de 2022, quando ele já havia recebido 6.995 votos dos eleitores da cidade.
Apesar de ser de fora da cidade, Nikolas Ferreira (PL) foi o candidato a deputado federal mais votado em João Monlevade pela segunda eleição seguida. Há cerca de duas semanas, ele visitou a Monlevade para um ato de sua campanha à reeleição.
Poucos investimentos no município frente ao tamanho de seu eleitorado
O crescimento expressivo nas urnas reflete a forte conexão de Nikolas com uma parcela considerável do eleitorado conservador monlevadense, engajado principalmente por meio de suas intensas campanhas nas redes sociais e de seu alinhamento direto com pautas ideológicas.
Ao longo do seu primeiro mandato (2023-2026), o deputado manteve uma relação distante com João Monlevade.
Diferente de deputados que tradicionalmente destinam verbas e têm contato direto com prefeitos e vereadores da região, Nikolas destinou apenas R$ 230 mil para Monlevade, em 2024. O valor foi destinado a aquisição de equipamentos e materiais permanentes para a Associação São Vicente de Paulo - Hospital Margarida.
Durante seu mandato, Nikolas optou por concentrar uma parcela significativa de suas emendas individuais em municípios específicos. Belo Horizonte, Contagem e Teófilo Otoni foram as cidades que mais receberam verbas indicadas pelo deputado. Ele também destinou cerca de um terço de suas emendas parlamentares para Nova Serrana, base eleitoral de parentes e aliados políticos.
O deputado é fortemente ancorado na militância digital e no debate de pautas nacionais. Ainda assim, o pouco "envio de verbas" não foi um obstáculo para o crescimento de sua base de apoio na cidade.
Com mais uma vitória, ele assume o compromisso de manter os investimentos estaduais para os municípios da região nos próximos quatro anos. Veja quem foram os demais eleitos
O deputado estadual Tito Torres (PSD) garantiu, neste domingo (04), a sua permanência na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Natural de João Monlevade, ele foi reeleito com 72.256 votos em todo o estado e assumirá, a partir de 2027, o seu quarto mandato consecutivo no Legislativo mineiro.
Em João Monlevade, Tito Torres obteve 7.683 votos. Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O resultado mantém o deputado como uma das principais forças políticas da cidade e reforça sua representatividade no Médio Piracicaba, onde concentra grande parte de sua articulação política.
O desempenho nas urnas está diretamente atrelado ao histórico de sua atuação regional. Ao longo de seus mandatos anteriores, Tito Torres destinou emendas parlamentares para áreas estratégicas. Em especial, Tito destinou valores para o custeio e aquisição de equipamentos para o Hospital Margarida.
Além da saúde, a pauta municipalista do deputado abrange a liberação de recursos estaduais para infraestrutura urbana, pavimentação asfáltica, segurança pública e apoio a entidades filantrópicas, como a Apae, em várias cidades do Médio Piracicaba. Como deputado, ele atua fazendo a ponte entre as prefeituras do interior e o Governo de Minas para destravar convênios e obras viárias.
Filho do ex-deputado Mauri Torres, Tito iniciou sua trajetória na ALMG a partir de 2015.
Minas Gerais elegeu os 77 deputados estaduais que vão compor a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) a partir de fevereiro de 2027. Veja os deputados estaduais eleitos, por ordem alfabética:
Índice de abstenção no primeiro turno das eleições 2026 superou a marca registrada nas eleições de 2022 na cidade; saiba mais
O primeiro turno das eleições de 2026 confirmou uma tendência de alta no número de eleitores que não compareceram às urnas em João Monlevade. Neste domingo (04),23,3% do eleitorado apto a votar no município se absteve de escolher os próximos representantes para seis cargos nas eleições. Ao todo, 14.310 monlevadenses deixaram de exercer o direito ao voto.
Os dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que em 2022, a abstenção no município havia sido de 20,99%, o que representava, à época, 12.702 eleitores ausentes.
Apesar do índice de ausentes, o comparecimento totalizou 46.908 eleitores nas seções eleitorais em João Monlevade. Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O crescimento do número de eleitores que não votaram pode evidenciar que uma parcela significativa da população que, seja por desinteresse, polarização, desgaste com o cenário político ou dificuldades logísticas, tem optado por não participar ativamente da definição de seus representantes.
Votos inválidos para presidente
Os votos inválidos também compuseram o cenário da apuração para o cargo de presidente. Os votos em branco somaram 1.232 (2,63% dos eleitores), enquanto os votos nulos chegaram a 1.487 (3,17%) no primeiro turno das eleições 2026 em João Monlevade.
A análise dos números revela um dado expressivo: somando as abstenções absolutas (14.310) aos votos brancos e nulos (2.719), pouco mais de 17 mil cidadãos monlevadenses não destinaram seus votos a nenhum dos candidatos à presidência da república.
Por Kinderlly Brandão
Compartilhe
Publicidade
Nenhuma publicação neste filtro.
Vertical
Reels da cobertura
Os vídeos curtos que a redação publica nas redes, reunidos aqui.
Quem disputa
Dados dos candidatos
Registro de candidatura do TSE: número, partido, coligação, bens declarados, escolaridade e situação do pedido de registro.
Estado
Dúvidas do eleitor
O que você precisa saber para votar
Cada resposta abre aqui mesmo, numa janela sobre a página — você não sai da cobertura.
Onde votar nas eleições 2026? Veja os locais de votação em João Monlevade
Verifique antecipadamente o endereço das seções eleitorais por local de votação
Foto: reprodução/Rovena Rosa/Agência Brasil
Faltando pouco para o primeiro turno das eleições 2026, o eleitor deve conferir o local de votação, visto que sua seção pode ter mudado de endereço desde o último pleito.
A consulta é especialmente importante para quem pediu transferência do título de eleitor ou teve a zona eleitoral alterada pelo TRE.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) alerta que no caso dos eleitores de primeira viagem, é preciso descobrir onde fica a zona e a seção eleitoral que constam em seu título. Para os mais antigos, o mais comum é que o endereço de votação permaneça o mesmo por sucessivas eleições.
A votação inicia às 8h e encerra às 17h.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recomenda que os eleitores se programem para o deslocamento no dia da eleição. A principal dica é aproveitar o transporte público gratuito garantido pela Justiça Eleitoral para as Eleições 2026.
Também é possível consultar o endereço do local de votação diretamente no e-Título, o aplicativo oficial da Justiça Eleitoral. Depois de acessar o aplicativo, basta selecionar a opção “Onde votar”. Os eleitores poderão utilizar o e-Título para se identificar perante os mesários e votar nas eleições.
O primeiro turno ocorre no domingo, dia 4 de outubro.
O que é considerado boca de urna no dia da votação?
Algumas condutas são consideradas crime de boca de urna durante o primeiro turno das eleições 2026; saiba mais
Foto: reprodução/Fernando Frazão/Agência Brasil
Boca de urna é crime durante a votação do primeiro turno das eleições 2026. No próximo domingo (04) pedir votos, distribuir material de campanha e abordar eleitores para tentar convencer a escolher determinado candidato é proibido e pode configurar o crime de boca de urna.
Também não é permitida a formação de grupos organizados para promover candidaturas. A lei eleitoral proíbe, até o encerramento da votação, aglomerações de pessoas com roupas padronizadas ou carregando materiais de campanha quando isso caracterizar manifestação coletiva.
O eleitor pode demonstrar sua preferência política usando broches, adesivos ou camisetas, desde que essa manifestação seja feita de forma isolada.Não pode bater boca nem gritar o número do seu candidato. A manifestação deve ser individual e silenciosa.
A Lei das Eleições considera crime, no dia da votação, a realização de comícios, carreatas, propaganda eleitoral e qualquer ação de boca de urna.
Na internet, a legislação também veta a publicação de novos conteúdos de campanha e o impulsionamento de postagens. Já os conteúdos publicados anteriormente podem permanecer disponíveis.
Quem identificar possíveis irregularidades pode denunciar por meio do aplicativo Pardal, da Justiça Eleitoral. A ferramenta permite informar o local da ocorrência, descrever os fatos e anexar fotos, vídeos, áudios ou links para ajudar na apuração. O aplicativo está disponível gratuitamente para celulares Android e iPhone.
Qual a ordem de votação e como usar a urna nas eleições 2026?
Serão seis cargos em disputa. Veja em quais cargos votar e a ordem de votação na urna eletrônica
Foto: reprodução/Fernando Frazão/Agência Brasil
O 1º turno das eleições de 2026 acontecerá no domingo, dia 4 de outubro. A votação começará às 8h e terminará às 17h, pelo horário de Brasília.
Os cargos em disputa são presidente e vice-presidente da República; governador e vice-governador; senadores; deputados federais e deputados estaduais.
A votação deverá ser feita nesta ordem:
1- deputado federal (quatro dígitos)
2- deputado estadual (cinco dígitos)
3- senador - primeira vaga (três dígitos)
4- senador - segunda vaga (três dígitos)
5- governador (dois dígitos)
6- presidente da República (dois dígitos)
A votação será realizada pelo número da candidata, do candidato ou da legenda partidária, devendo constar, no painel da urna eletrônica, o nome, a fotografia, o cargo em disputa e a sigla do partido político.
Para facilitar o processo e reduzir o tempo de permanência na cabine, a Justiça Eleitoral recomenda que o eleitor leve uma colinha eleitoral com os números dos candidatos organizados na ordem exata da votação.
A urna eletrônica exibirá uma barra de progresso na parte superior da tela, mostrando quais cargos já receberam voto e quais ainda serão apresentados. Depois do voto, é necessário apertar a tecla “confirma” para confirmar o candidato escolhido.
Um eventual 2º turno para as disputas majoritárias (presidente e governadores) está marcado para 25 de outubro.
Por Kinderlly Brandão
Compartilhe
Sua opinião
Gostou desta cobertura?
Um clique é só isso: o jeito mais rápido de a redação saber que o trabalho chegou em alguém. Não é doação, não custa nada e não pede seus dados.
Sem cadastro e sem login. Uma curtida por dispositivo — o controle é feito no servidor, sem identificar quem você é.
Rede MPJ
Esta cobertura não está sozinha
Veículos independentes de todo o país cobrindo as eleições na mesma plataforma de apuração, cada um com o resultado da sua praça.