Vereadores de João Monlevade cobraram informações sobre a construção do futuro Parque de Exposições da cidade e sobre a realização da Cavalgada em 2026, durante a reunião na Câmara nessa quarta-feira (22).
Parque de Exposições
O vereador Thiago Titó (MDB) mencionou a falta de informações claras sobre a realidade da construção do Parque de Exposições. Ele ressaltou a importância de entender o estágio atual das obras, visto que uma área já foi adquirida.
O futuro parque será construído em um espaço localizado no bairro Sion, próximo à garagem da Enscon, comprado pela Prefeitura no final de 2024. O objetivo é estruturar o local para a realização de grandes eventos, exposições e atividades voltadas ao agronegócio, à cultura e ao entretenimento. A Prefeitura informou que irá buscar parcerias com a iniciativa privada para construir algo grandioso no espaço. Também será feita a interligação dos bairros Tanquinho e Sion.
O vereador Vanderlei Miranda (Podemos), por sua vez, expressou pouco otimismo quanto à conclusão da obra no mandato atual, devido ao alto custo e à falta de recursos mencionados pelo Executivo.
Já o vereador Carlinhos Bicalho (PP) reforçou a necessidade da prefeitura apresentar um planejamento de investimentos para o local e já iniciar as obras, para que o espaço comece a ser utilizado para as próximas cavalgadas.

Cavalgada
O presidente da Câmara, Fernando Linhares (Podemos), cobra um posicionamento do Poder Executivo sobre a realização da festa deste ano. Ele destaca que, ao contrário das cidades vizinhas que já publicaram o cronograma de suas cavalgadas, a prefeitura de João Monlevade ainda não divulgou a programação oficial, o que gera insegurança e questionamentos da população.
O vereador lembrou que existe um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público que exige planejamento antecipado, e que a falta de organização gera críticas que poderiam ser evitadas.
Por fim, o Carlinhos Bicalho explica a importância do seu projeto de lei que visa tornar a cavalgada patrimônio cultural material do município. Ele argumenta que isso ajudaria a organizar o calendário oficial, evitando conflitos de datas com eventos de outras cidades e facilitando o planejamento de contratações e logística para os próximos anos.

