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Alysson Enfermeiro alerta a população para baixa adesão à vacina contra a gripe

A maior parte das crianças, idosos e gestantes que compõem o público-alvo da campanha não se vacinaram contra a gripe em João Monlevade; saiba mais

Alysson Enfermeiro alerta a população para baixa adesão à vacina contra a gripe
Foto: Kinderlly Brandão

O vereador Alysson Enfermeiro deu um “puxão de orelha” na população monlevadense durante a reunião na Câmara de João Monlevade nesta quarta-feira (15). Na ocasião, Alysson alertou que as crianças, idosos e gestantes tiveram baixo índice de vacinação contra a gripe.

Segundo dados apresentados pelo vereador e levantados pela Secretaria de Saúde, apenas 18,6% dos idosos foram vacinados. Em relação às gestantes, o percentual foi parecido: só 18% delas aderiram à campanha.

O número mais preocupante está relacionado às crianças: apenas 6,2% foram vacinadas. Devido a isso, Alysson fez um pedido para que os pais e responsáveis levem as crianças de seis meses a menores de seis anos para se vacinar.

Os dados têm como base a meta estipulada de vacinação desses três grupos no município. Apesar da Prefeitura ter realizado o Dia D de vacinação na última sexta-feira (10), apenas 1.200 vacinas foram aplicadas.

Vale ressaltar que a vacinação contra a gripe previne mortes e doenças respiratórias graves, sendo a forma mais eficaz de proteção contra o vírus Influenza. Com preocupação, o vereador lembrou que se houver aumento dos casos de doenças respiratórias, o Hospital Margarida não possui capacidade para atender todos os pacientes. 

A vacina contra a gripe está disponível em todas as UBSs de João Monlevade. A recomendação é que todas as pessoas do público-alvo procurem a unidade de saúde mais próxima para se vacinar, levando o cartão de vacinação.

Quem deve se vacinar?

• crianças de seis meses a menores de seis anos; 

• idosos com 60 anos ou mais; 

• gestantes e puérperas; 

• trabalhadores da saúde;

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• professores dos ensinos básico e superior;

• pessoas em situação de rua;

• trabalhadores do transporte rodoviário coletivo;

• profissionais das forças de segurança e de salvamento;

• pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais;

• pessoas com deficiência permanente;

• caminhoneiros;

• funcionários do sistema de privação de liberdade;

• povos indígenas;

• profissionais das Forças Armadas;

• quilombolas.

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